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Silent Puma: o que as IAs dizem da sua marca

Três leituras novas em cada execução: se o ChatGPT, o Gemini, o Perplexity e o Claude citam a marca, para que páginas os assistentes de IA mandam o visitante e quais links de outros sites caem em página morta. E mais quatro, com o plano de cada uma.

Neste post
  1. Quem a IA recomenda pelo nome
  2. Para onde a IA manda quem clica
  3. Links de outros sites que caem em página morta
  4. Mais quatro leituras na mesma execução
  5. Por onde começar

Desde o começo de novembro de 2026, uma execução do Silent Puma responde três perguntas que antes ficavam fora da auditoria. As IAs citam a sua marca quando alguém pergunta pelo que você vende? Para que páginas elas mandam quem clica? E quais links de outros sites ainda apontam para páginas que não existem mais? As respostas saem no mesmo painel e no mesmo PDF das outras seções, cada uma com o plano em que entra.

Quem a IA recomenda pelo nome

O Monitor de IA é um add-on semanal. Você cadastra as perguntas que os seus clientes fariam, do jeito que escreveriam num chat, e toda semana cada uma vai ao ChatGPT, ao Gemini, ao Perplexity e ao Claude, com busca na web, e ao Google, que mostra ou não o AI Overview. Os pacotes são de 15, 50 ou 150 perguntas. A primeira resposta de uma pergunta nova chega em até seis horas.

A tela separa duas coisas que costumam ser medidas juntas. Ser fonte é aparecer entre os links que a resposta usou; ser recomendado é ter o nome escrito no texto que o usuário lê. Uma loja pode estar entre as fontes de metade das respostas sem nunca ser indicada, e é o nome que o comprador leva para a busca seguinte.

Os concorrentes entram na mesma conta. O cartão “Quem as IAs recomendam pelo nome” mostra, por IA, em quantas respostas da semana cada marca aparece escrita. Sem nenhum concorrente cadastrado, a lista começa pelos sites mais citados como fonte, e você ajusta.

Para onde a IA manda quem clica

O Google Analytics 4 já separa parte das visitas no canal AI Assistant: sessões que vieram do ChatGPT, do Gemini, do Perplexity e de outros assistentes. A execução lê esse canal, soma por assistente e lista as páginas de entrada.

O que o GA4 sozinho não diz é quais dessas páginas estão mortas. A execução cruza cada página de entrada com as que o Google conhece e o rastreamento não visitou, e com as que respondem 200 mostrando “não encontrado”. Depois de uma migração de plataforma, um assistente pode continuar recomendando o endereço antigo, e quem clica chega numa página de erro. Na tela, isso vira um alerta acima da tabela, com quantas visitas de IA terminaram assim.

Esta seção entra no Pro e no Business, com o Analytics conectado ao projeto.

Cada link de outro site para uma página removida é autoridade que não chega a lugar nenhum. A execução lê os backlinks do domínio pela DataForSEO, agrupa por página de destino e confere cada uma no próprio site, inclusive as que respondem 200 com um modelo de “não encontrado”, que a contagem comum de links quebrados deixa passar.

Quando o site segue um padrão, como produtos que perderam um sufixo na migração, a execução testa a URL nova e só mostra o destino do redirect se ela respondeu. Sem destino testado, a coluna pede para você escolher a página equivalente. Entra no Guru, no Pro e no Business.

Mais quatro leituras na mesma execução

  • Palavras dos concorrentes: buscas em que um concorrente está no top 10 do Google e o seu site não, com o volume mensal. A marca do concorrente fica fora, e também termos com palavras que não aparecem nas buscas do seu site no Search Console.
  • Quem o AI Overview cita: nos 30 termos com mais impressões, se o Google mostrou a visão geral de IA e quais sites ela usou como fonte.
  • Intenção de busca: o que o top 10 de cada termo diz sobre o que a pessoa quer, numa leitura de IA que custa 1 crédito.
  • Páginas disputando o mesmo termo: quando duas ou mais páginas do site recebem impressões na mesma busca, qual é a principal e quanto está em jogo.

As quatro dependem do Search Console conectado e entram no Pro e no Business. À parte, cada projeto agora tem país e idioma, em todos os planos: o volume, o Search Console, a SERP e o monitor seguem esse mercado.

Por onde começar

Abra a última execução do seu site e olhe primeiro as visitas vindas de IA. Se houver página morta na lista, o redirect é trabalho de uma manhã e para de desperdiçar um visitante que já chegou decidido. Depois cadastre no monitor as cinco perguntas que você mais ouve dos seus clientes e espere uma semana: a segunda leitura, ao lado da primeira, já mostra se a marca está entrando nas respostas ou ficando de fora.

Nenhuma dessas leituras mexe no site: elas apontam o problema e mostram a conta, e o que corrigir primeiro fica com quem conhece o negócio. Se você cuida do SEO de outras empresas, o caminho é o mesmo, projeto a projeto.

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